quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Sorri quando a dor te torturar.,e a saudade atormentar os teus dias tristonhos vazios. Sorri quando tudo terminar, quando nada mais restar do teu sonho encantador. Sorri quando o sol perder a luz e sentires uma cruz nos teus ombros cansados doridos sorri vai mentindo á sua dor .E ao notar que tu sorris todo mundo irá supor que és feliz.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Vá encontrar a força que tanto preciso. Mas não aparece, acho que já não está cá mais ninguém para ajudar. Onde estão entã0? Onde foram todos aqueles que dizem que tudo está bem mesmo quando é o fim do mundo Espero, desespero, aguento, respiro fundo e olho o céu, talvez seja aqui que? Onde estão aqueles que trazem de volta o sorriso? Mas será que sou eu que não os vejo? Mudaram assim tanto que já não os reconheço? Não, não é possível. Fui eu quem mudou e deixei de ver aquilo que realmente importa. Se não é do céu que vem a ajuda, é melhor continuar a procurar.Ando e ando, mas não há nada que traga de volta a força de viver, a esperança foi levada pelas lágrimas, e agora não resta nada, apenas aquele vazio que nada consegue preencher. É estranho viver assim. Não tem lógica: se o amor é o sentimento mais forte, é o que nos faz tão bem, e nos faz ter alguém lá para nós, porque é que me destruiu?Se o amor é a razão de viver porque é que o meu desapareceu? Fui eu?Eu tentei e voltei a tentar vezes sem conta, não resultou. Agora que tudo se foi , e que já não há vontade de lutar pela felicidade, simplesmente espero, eu espero aqui que um dia apareças bem em frente aos meus olhos e que finalmente saiba que és tu, que é de ti que eu estou a espera e que contigo venha de novo o sorriso, a felicidade e a vontade de te ter sempre ao meu lado .
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Sirvo-me de uma fonte imaginária que nunca seca,Transborda de ideias fluidas que liberto ao imaginar,São gotas num mar de chuva, de água limpa e água turva,Que me eleva a um mais alto patamar.
Se sonho, escrevo ou desenho, se sinto, rio ou choro,Se emito uma respiração vibrante reluzente em cada poro,Então orgulho-me, feliz como ao encontro de um tesouro,Num dia preenchido pelo crocitar do corvo.
É quando atingo uma paz de espirito que nem o vácuo suporta,Como navegar no ondular de uma onda morta.
Imagino, penso, crio, faço num imenso denso frio,Pois a minha mente quente, é lareira para este brio.
Sou observador atento, qestiono tudo o que é fisico,Sou estrela fantasista, num mundo de encantar,Sou Deus, sou o Diabo e sou tudo o que me é amado,Sou, ou não, mas gosto de o imaginar.
Então a fonte imaginária nunca seca, já o disse,Nunca morre à nascença, nem se expira de velhice, é eterna,Transcendente ao próprio tempo,Como pão para a pobreza, esta serve de alimento.
Teço simples teias na complexidade da mente,E vejo-as florescer num jardim encandescente,Somos nós, jardim de ideias, para sempre,E lado a lado, ombro a ombro, delas fiquei depende
Se sonho, escrevo ou desenho, se sinto, rio ou choro,Se emito uma respiração vibrante reluzente em cada poro,Então orgulho-me, feliz como ao encontro de um tesouro,Num dia preenchido pelo crocitar do corvo.
É quando atingo uma paz de espirito que nem o vácuo suporta,Como navegar no ondular de uma onda morta.
Imagino, penso, crio, faço num imenso denso frio,Pois a minha mente quente, é lareira para este brio.
Sou observador atento, qestiono tudo o que é fisico,Sou estrela fantasista, num mundo de encantar,Sou Deus, sou o Diabo e sou tudo o que me é amado,Sou, ou não, mas gosto de o imaginar.
Então a fonte imaginária nunca seca, já o disse,Nunca morre à nascença, nem se expira de velhice, é eterna,Transcendente ao próprio tempo,Como pão para a pobreza, esta serve de alimento.
Teço simples teias na complexidade da mente,E vejo-as florescer num jardim encandescente,Somos nós, jardim de ideias, para sempre,E lado a lado, ombro a ombro, delas fiquei depende
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